Tenho dormido no deck.
Passo mais acordado do que dormindo.
O dia inteiro andei pelas sombras e ele ali, a espiar pelas frestas.
Ao fim da tarde, já se recolhendo topou comigo de frente e mais uma vez bateu o farol alto na cara.
Outro dia, novo dia, velhas pelejas.
Eu aqui repetindo o mesmo berço e outra vez a lua gravitando ali ao alcance das vistas e ao toque das mãos.
Eu aqui repetindo o mesmo berço e outra vez a lua gravitando ali ao alcance das vistas e ao toque das mãos.
Só que hoje ela não está só, ganhou reforço de vaga-lumes.
Também eu não estou só, as muriçocas de mim desfrutam.
Hoje assim saciando essas devassas é que não durmo mesmo...




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