Sinto sede de viver na medida em que a escassez abunda.
Cada golo que saboreio é oásis na aridez do meu privativo deserto vip.
Parece que a fonte que antes jorrava vida, agora minguada goteja.
Não há sinais físicos de patologia letal é o pensamento que mais mata.
A desobediência da imaginação me fadiga,
nem parece minha e talvez não seja mesmo.
O pensamento confunde, vai do divino ao obsceno num piscar de olhos.
O mesmo sentido que acolhe e assiste um irmão no leito hospitalar,
molesta a enfermeira evasiva na saída.
A dupla face do espelho me incomoda,
entre nós não existe afinidades, ele expõe a caduquice física,
Cada golo que saboreio é oásis na aridez do meu privativo deserto vip.
Parece que a fonte que antes jorrava vida, agora minguada goteja.
Não há sinais físicos de patologia letal é o pensamento que mais mata.
A desobediência da imaginação me fadiga,
nem parece minha e talvez não seja mesmo.
O pensamento confunde, vai do divino ao obsceno num piscar de olhos.
O mesmo sentido que acolhe e assiste um irmão no leito hospitalar,
molesta a enfermeira evasiva na saída.
A dupla face do espelho me incomoda,
entre nós não existe afinidades, ele expõe a caduquice física,
mas acoberta a demência espiritual.
Não sou um toco de madeira em passiva decomposição
que ornamenta a sua sala, mas um tição que por dentro ainda queima.
Dizem que em todos nós há uma fênix,
talvez, no momento eu nem seja daqui, pode ser que haja um eu
Não sou um toco de madeira em passiva decomposição
que ornamenta a sua sala, mas um tição que por dentro ainda queima.
Dizem que em todos nós há uma fênix,
talvez, no momento eu nem seja daqui, pode ser que haja um eu
marretando de dentro para fora a casca de um ovo para renascer...

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