Metade de mim é aço a outra areia movediça.
Muito de mim apanha, só uma pequena parte reage.
Metade de mim é planície a outra metade montanha.
Um pouco de mim é razão, o restante paixão.
Metade de mim é desejo e a outra tanto faz.
Há em mim virilidade que abunda, mas também celibato que resmunga.
Metade de mim é sorriso a outra carranca.
Punhaladas recebi no peito, agora me veio pelas costas.
Um pedaço de mim é vida o restante anseia a função zero da parábola.
Sou assim, as vezes não, não sei se me entende.
Metade de mim é amor, a outra metade também.
Muito de mim apanha, só uma pequena parte reage.
Metade de mim é planície a outra metade montanha.
Um pouco de mim é razão, o restante paixão.
Metade de mim é desejo e a outra tanto faz.
Há em mim virilidade que abunda, mas também celibato que resmunga.
Metade de mim é sorriso a outra carranca.
Punhaladas recebi no peito, agora me veio pelas costas.
Um pedaço de mim é vida o restante anseia a função zero da parábola.
Sou assim, as vezes não, não sei se me entende.
Metade de mim é amor, a outra metade também.

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