SER OU NÃO SER...
Ser um “ex” é normal próprio e possível
Há, para ele, paradoxalmente ‘espaço’ “vip”
Me escancaro e felicito os “ex” fumantes
Que me dizeres dos “ex” traficantes?
E toda sorte de “ex” marginais
Não são triunfantes
Mas também não são anormais
Prestigio o extrovertido que um dia foi deprimido
Mas o mais notável da vida restante para viver
É inexorável, será da qualquer forma e jeito vivida
Tudo é uma questão de escolha e atitude
As vezes ser “ex” é possível
Noutras é impossível e incompatível
Nunca verá na história um “ex” policial
Se por 30 anos foi verdadeiro e integral
Ser policial é dom, queda, tendência ou vocação
Também não há registros de “ex” poeta
Não é físico não é corpo é alma e coração
Portanto não mereço punição
Há momentos em que sou “ex”
Há momentos que não
Um pouco de melancolia
Uma dose de reflexão
Doma o corpo enternece a alma
Contem a animal
Liberta o homem...
Ser um “ex” é normal próprio e possível
Há, para ele, paradoxalmente ‘espaço’ “vip”
Me escancaro e felicito os “ex” fumantes
Que me dizeres dos “ex” traficantes?
E toda sorte de “ex” marginais
Não são triunfantes
Mas também não são anormais
Prestigio o extrovertido que um dia foi deprimido
Mas o mais notável da vida restante para viver
É inexorável, será da qualquer forma e jeito vivida
Tudo é uma questão de escolha e atitude
As vezes ser “ex” é possível
Noutras é impossível e incompatível
Nunca verá na história um “ex” policial
Se por 30 anos foi verdadeiro e integral
Ser policial é dom, queda, tendência ou vocação
Também não há registros de “ex” poeta
Não é físico não é corpo é alma e coração
Portanto não mereço punição
Há momentos em que sou “ex”
Há momentos que não
Um pouco de melancolia
Uma dose de reflexão
Doma o corpo enternece a alma
Contem a animal
Liberta o homem...


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