Os nossos projetos são sempre importantes, muito importantes, os mais importantes.
Egoisticamente achamos que os nossos projetos e ou problemas são maiores do que dos outros.
Na verdade as coisas são personalizadas e têm o carimbo individual e a justa medida da necessidade e capacidade de cada um nós.
Não conhecemos a vivência e nem a trajetória do outro, nem mesmo lembramo-nos do nosso passado remoto de outras encarnações.
De modo que não devemos pré-julgar, uma vez que ignoramos quase que na totalidade as dificuldades e os feitos pelos quais passaram os nossos irmãos de caminhada.
Vivemos socialmente em grupo numa relação de interdependência porque temos a missão de ajudarmos uns aos outros nesta jornada.
Então
onde e em que circunstancia nascemos é totalmente irrelevante, devemos amar o outro, sem regionalismo, porque somos galhos, folhas, flores e fruto de um mesmo tronco.
Por isso dentre as nossas muitas atitudes atentatória ao semelhante, o aborto intencional contraria a própria essência humana, porque é contraditório na origem.
Com boa conduta, esforço e trabalho conquistamos a oportunidade de renascer para realizar projetos, redimir, depurar imperfeiçoes e em consequência evoluir espiritualmente.
Ocorre que para esse renascimento escolhemos pessoas a quem confiamos a própria vida, pois iniciamos essa fase numa relação de total dependência desses escolhidos.
O abortado sofre o duro golpe do assassinado por quem mais confiara, perde a oportunidade de se realizar e evoluir, por outro lado quem praticou o aborto perde a condição de ser feliz e de se realizar na forma mais pura do amor, o amor de mãe.