Quão boa pode ser a vida se não nos incomodarmos com os assuntos domésticos dos outros que não nos digam respeito.
Quão engrandecedora poderá ser a vida, se a felicidade do outro também nos agradar genuína e espontaneamente.
Quão maravilhosa será a vida, se o sucesso alheio não representar incomodo para nós.
Quão gratificante poderá ser a vida, se o exercício da gratidão for moeda de grande circulação.
Quão harmoniosa deverá ser a vida se o nosso cartão de visitas for a gentileza e a candura.
Quão felizes poderíamos ser, se o exercício da caridade fosse o norte a nos orientar.
Quão reveladora poderia ser a vida, se a prática cristã estabelecesse moradia em nosso ser.
Quão maravilhosa será a vida, se o sucesso alheio não representar incomodo para nós.
Quão gratificante poderá ser a vida, se o exercício da gratidão for moeda de grande circulação.
Quão harmoniosa deverá ser a vida se o nosso cartão de visitas for a gentileza e a candura.
Quão felizes poderíamos ser, se o exercício da caridade fosse o norte a nos orientar.
Quão reveladora poderia ser a vida, se a prática cristã estabelecesse moradia em nosso ser.




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