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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Juventude não se compra, se herda, é um legado que vem ao nascer, faz parte, e, portanto acompanha o pacote. A juventude não é um plano anterior, que previamente se antecipa, muito menos um projeto, é algo inexorável que se executa na primeira parte da vida.
Juventude é uma condição humana decorrente da fase que se vive, mas ao mesmo tempo, trás também consigo um grande e indelével paradoxo. Quando fisicamente a vivemos, lhe desprezamos, queremos maturidade, no momento seguinte em que ela passou e se foi, saudosos, a rememoramos, estas reminiscências, entretanto, se restritas ao campo das idéias, tudo bem normal, mas se acompanhadas de práticas infantis em corpo envelhecido, ridículo se torna.
Tudo bem, estou errado para os jovens e também os mais maduros otimistas de plantão, diriam eles, a juventude é como você se sente, se percebe e se vê, é o momento, um estado de espírito. Já os mais realistas, por seu turno, concordariam e cerrariam fileiras comigo e assim o fariam, em gênero, grau, número e gigantesco desejo de não terem razão.
Mas na dinâmica de vida “tudo é relativo”, e como tal se deve relativizar. Um ancião decrépito não pode ter e não terá uma aparência juvenil e tenra, mas por outro lado, pode ser contemporâneo no seu dia-a-dia e ter comportamento e atitudes atuais, pode ser expoente com pensamento moderno e avançado no tempo cronológico.
Sob esta perspectiva a juventude é como a vegetação, que, independente da idade, murcha na hostilidade do inverno, mas que na mesma raiz e DNA ressurge das cinzas e floresce na primavera. Portanto o importante é a opção de vida que se faz, a vida que se quer levar. Viver um permanente surrealismo medieval de inverno ou quem sabe uma ilusão física, porém florida de uma manhã de primavera efêmera, ou ousar e experimentar viver a plenitude de uma mente iluminada como sol de verão.
Eu já fiz a minha escolha, e você, fez a sua?
Tudo bem, estou errado para os jovens e também os mais maduros otimistas de plantão, diriam eles, a juventude é como você se sente, se percebe e se vê, é o momento, um estado de espírito. Já os mais realistas, por seu turno, concordariam e cerrariam fileiras comigo e assim o fariam, em gênero, grau, número e gigantesco desejo de não terem razão.
Mas na dinâmica de vida “tudo é relativo”, e como tal se deve relativizar. Um ancião decrépito não pode ter e não terá uma aparência juvenil e tenra, mas por outro lado, pode ser contemporâneo no seu dia-a-dia e ter comportamento e atitudes atuais, pode ser expoente com pensamento moderno e avançado no tempo cronológico.
Sob esta perspectiva a juventude é como a vegetação, que, independente da idade, murcha na hostilidade do inverno, mas que na mesma raiz e DNA ressurge das cinzas e floresce na primavera. Portanto o importante é a opção de vida que se faz, a vida que se quer levar. Viver um permanente surrealismo medieval de inverno ou quem sabe uma ilusão física, porém florida de uma manhã de primavera efêmera, ou ousar e experimentar viver a plenitude de uma mente iluminada como sol de verão.
Eu já fiz a minha escolha, e você, fez a sua?
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